Brigid – uma druidesa nos tempos do Rei Artur – em busca do Santo Graal

O terceiro livro da historiadora Lili Machado, conta História e a formação do povo Celta e de seus sacerdotes Druidas, que atuam até hoje em dia, na preservação da natureza. A obra está registrada na Biblioteca Nacional sob o Copyright 2005 Registro MEC. Direitos exclusivos de propriedade literária. Proibida reprodução total ou parcial sem a prévia autorização da autora.

ATLÂNTIDA – Os Mestres de Luz Setembro 19, 2008

Chegaram, então, os arianos, os povos da Raça Azul.

Mestres de Luz de corpos etéricos fluídicos, não-físicos, que já vinham estudando o povo da Lemúria, com preceitos religiosos elevados e que deram origem, mais tarde, aos Celtas. Mentes não corpóreas que podiam se projetar no mundo material e que começaram a interagir com os corpos dos antigos Lemurianos. Comunicavam-se por imagens, através das mentes.

A linguagem escrita e falada só apareceu depois, quando foi necessária, por conta de suas experiências corpóreas. Suas mentes andróginas se dividiram em duas consciências (feminina e masculina), de acordo com os antropóides em quem se projetavam, e que já possuíam essas distinções biológicas.

Com o tempo, eles se tornaram como que viciados nesse mundo material, nos prazeres da vida, principalmente do sexo, movendo-se de um corpo orgânico para outro. Quando isso acontecia, havia um afastamento da consciência de sua existência anterior. Eles progrediram nessa simbiose e procriaram.

À medida que isso acontecia, suas habilidades telepáticas foram diminuindo e sua memória natal se desvanescendo. Para isso, passaram-se milhares de anos.

Eles gostaram da forma daquela criatura que consideraram “superior” e foram se esquecendo de suas origens, mergulhados na sensualidade que os corpos físicos podiam lhes proporcionar. Os primeiros Atlantes eram fisicamente muito grandes, daí o mito dos Titãs, gigantes mitológicos. Alguns viviam centenas de anos no mesmo corpo, mas acabaram descobrindo a fragilidade dos mesmos, e com ela, a morte.

Sem os poderes não corpóreos, essas formas de vida não conseguiam sobreviver na biosfera natural. Por essa razão, um ambiente especial foi criado por eles, uma grande massa continental formada por suas mentes, com as substâncias da Terra, que foi chamada de Atlântida. Também surgiu a necessidade de se construírem casas e formarem cidades, já que suas consciências estavam projetadas, cada vez mais, no mundo material.

Com a miscigenação das raças, surgiu a corrupção e a ruptura de valores. Os vícios e o materialismo se desenvolveram a níveis sem precedentes, degenerando a evolução e renegando as forças da natureza. À medida que eles se reproduziam biologicamente, seu tamanho físico começou a diminuir, já que sua base antropóide havia, há muito, escapado a seu controle consciente. Eles tiveram que usar uma grande quantidade de energia, para manter sua integridade física. Isso formou uma espécie de vácuo magnético, abaixo de seu continente insular. A poluição da biosfera se tornou imensa e esse vácuo fraturou a crosta terrestre, e alterou o eixo de todo o planeta, causando os terremotos e maremotos que fizeram com que a Atlântida física, sumisse da face da Terra.

Atlântida passou, então, por 4 fases de purificação, a partir dos 4 elementos: incêndios (fogo), terremotos (terra), furacões (ar) e o dilúvio (água). Com esta última fase, a sua destruição total veio a ocorrer, arrastando consigo seus milhões de habitantes.

Entretanto, alguns mais sábios ou mais conscientes, perceberam a perda de seus poderes mentais e notaram que esse meio ambiente por eles criado, era uma violação da natureza divina e escolheram permanecer como criaturas de luz.

Foram esses os que conseguiram escapar, levando todas as tradições e ensinamentos sagrados, dos grandes Mestres de Luz. Esse grupo se dividiu pelos outros blocos continentais da Terra, onde passaram a transmitir sua sabedoria. Para preservar a semente humana da destruição, e assim permitir o prosseguimento da evolução do Ser, esses 7 grupos de criaturas, criaram as futuras civilizações. As regiões dos atuais México (com Quetzal-Coatl – a serpente emplumada), Peru (com Manco Capac), Índia (com Vaisvávata), Egito (com Osiris), China, Escandinávia e Cáucaso, foram as escolhidas pelos iniciados, para receber os enviados Atlantes e alí construírem os núcleos das futuras comunidades.

Esses ensinamentos dos Mestres de Luz que saíram da Atlântida, foram inseridos em cristais de quartzo, durante vários anos antes do grande cataclisma, por estes iluminados, sabedores do futuro. Estes cristais, posto que matéria viva, foram cultivados e canalizados, pelos meios eletromagnéticos da Terra, com conhecimentos, história, sabedoria e as próprias mentes dos Mestres, formando grandes reservatórios e arquivos, para serem espalhados pelos 7 lugares escolhidos na Terra. Foram polidos e lapidados, de límpido cristal transparente e branco.
De fato, várias vidas, várias memórias, puderam ser depositadas nesses cristais. Esses locais escolhidos são, atualmente, chamados de centros de Luz, os chakras do planeta, pontos físicos energéticos de grande poder psíquico. Em cada um deles, há parte do conhecimento total. Quando todos os cristais forem descobertos e reunidos, seremos guardiões da Sabedoria Divina.

Mas essa hora ainda não chegou. Atualmente já foram descobertos cristais no Peru (em 1924) e na Grande Pirâmide, no Egito.

 

2 Responses to “ATLÂNTIDA – Os Mestres de Luz”

  1. ferghal ferghas Says:

    Me conte daonde iniciou o seu fascínio pelas tribos indo- europeias. Por que tanta gente ai no continente americano é tão interessado por estas tribos. Será a procura das origens tipo Charles Darwin. A atlântida não será mais que o mito de Avalon. Sabe já estive nos Azores e não senti que dali possa estar uma resposta.Pelo menos na ilha terceira. As outras ainda vou procurar.Diga-me sítios aonde possa ir aqui aonde a terra acaba e o mar começa. Obrigado pela atenção .Étè à bientôt!

    • lilimachado Says:

      Fergal, estava parada com meus blogs, ultimamente, por conta do trabalho de conclusão de pós-graduação em Arte e Cultura. Mas, agora que acabei, vou retomar os posts.
      Vou viajar para a Inglaterra em setembro e farei um roteiro que eu bolei, chamado “Circuito Arturiano – em busca do Holly Graal”. Lá, pesquisarei mais sobre Avalon (atual Glastonsbury). Na volta, em outubro, te conto.
      Aguarde e volte sempre, deixando seu comentário.
      Obrigada,
      Lili Machado Historiadora


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