Brigid – uma druidesa nos tempos do Rei Artur – em busca do Santo Graal

O terceiro livro da historiadora Lili Machado, conta História e a formação do povo Celta e de seus sacerdotes Druidas, que atuam até hoje em dia, na preservação da natureza. A obra está registrada na Biblioteca Nacional sob o Copyright 2005 Registro MEC. Direitos exclusivos de propriedade literária. Proibida reprodução total ou parcial sem a prévia autorização da autora.

HISTÓRIA E FILOSOFIA DO DRUIDISMO Setembro 29, 2008

Arquivado em: Capítulo 3 - História e Filosofia do Druidismo — lilimachado @ 7:39 pm
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No início dos tempos, religião e vida se confundiam.
A lei era, simplesmente, a vontade dos Deuses e os princípios morais eram determinados por tabus religiosos.
Nos festivais e rituais, o homem primitivo se expressava por invocações melodiosas e meneios de corpo, que as acompanhavam. Daí surgiram a música, a dança e o teatro.
A Religião é a Mãe de todas as Ciências e Artes.

O homem, de origem e destino divinos, tem Deus dentro de si, sendo inútil estar a procurá-Lo fora, sem que o tenha, antes, encontrado nas profundezas do seu próprio Ser.”
Caio Miranda

 

O DRUIDISMO – A Velha Religião Setembro 29, 2008

Arquivado em: Capítulo 3 - História e Filosofia do Druidismo — lilimachado @ 7:32 pm
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As origens da Velha Religião, perdem-se na história dos Hiperbóreos, quando a mulher tinha uma posição proeminente, como conselheira e sacerdotisa, além de realizar os serviços domésticos.
Ela podia satisfazer os Deuses para que os homens conseguissem boa caça e pesca, e curava doenças com seus conhecimentos das ervas.
A mulher comandava, portanto, pelo medo aos Deuses, por ela nomeados e responsabilizados, em razão de seus atributos específicos.
Acima de tudo, estava a Grande Mãe, a Deusa da Fertilidade, regida pela Lua e suas fases, que simbolizavam os períodos de semeadura e de colheita, além dos ritos sexuais, que asseguravam sobrevivência e continuidade à tribo.

 

Druidismo Matriarcal Tradicional – Tradição Lunar e Solar Setembro 29, 2008

Arquivado em: Capítulo 3 - História e Filosofia do Druidismo — lilimachado @ 7:25 pm
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Tem sua origem na Era Paleolítica (500.000 a.C.), tendo segmento com as culturas Celtas, na Bretanha, Irlanda, Escócia e França.
É Matriarcado, pela ênfase na mulher; é hereditário porque o fator de substituição é o consangúíneo; e é tradicional, porque segue a Tradição da Lua (mulheres) e do Sol (homens).

 

Linhagem Alexandrina – Matriarcado Egípcio-Céltico Setembro 29, 2008

Arquivado em: Capítulo 3 - História e Filosofia do Druidismo — lilimachado @ 6:51 pm
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Teve sua origem, quando um grupo de Celtas emigrou da Bretanha (3.000 a 2.500 a.C.), para o Egito.
Ocorreu a fusão com a metafísica de Alexandria, criando uma escola iniciática, da qual participaram grandes filósofos como Platão, Aristóteles e Pitágoras.

 

Druidismo Patriarcal Francês – Patriarcado Bretão Setembro 29, 2008

No século XVII, com a decadência do Matriarcado, formou-se o Druidismo patriarcal, que trazia alguns preceitos cristãos.
Teve origem no País de Gales e na França, e seus cultos veneravam deuses masculinos.

 

Druidismo Gardneriano – Wicca Moderno Setembro 29, 2008

Em 1945, um ex-discípulo da Golden Dawn, Gerald Gardner, ajustou a Velha Religião ao século XX.
Instalou-se na Ilha de Mann e fundou a Tradição Wiccaniana, Wicca, cujo culto é misto.

 

Allan Kardec e o Druidismo Setembro 29, 2008

Arquivado em: Capítulo 3 - História e Filosofia do Druidismo — lilimachado @ 5:41 pm
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Enfim, após lenta e dolorosa gestação, a fé dos antigos, rejuvenescida e reconduzida, renasce em novos moldes, através de Allan Kardec, que, inspirado pelos Espíritos superiores, restaurou as crenças dos antepassados. Nele, tudo lembra um Druida: o nome que adotou, absolutamente céltico, o monumento que, por sua vontade, lhe cobre os despojos materiais, sua vida austera, seu caráter grave, meditativo, sua obra inteira. Allan Kardec, preparado em existências precedentes, para a grande missão, não é, senão, a reencarnação de um Celta eminente.”
Léon Denis – em Joana D´Arc
Ele próprio o afirma, na seguinte mensagem psicografada em 1909:
Fui sacerdote, chefe das sacerdotisas da ilha de Sein e vivi nas costas do mar furioso, na ponta extremado que chamais a Bretanha.”